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Rede PGV - Polos Geradores de Viagens

Este projeto coletivo foi concebido a partir de uma proposta submetida e aprovada junto ao CNPq (Edital 016/2004 – PROSUL). Os recursos liberados pelo CNPq foram fundamentais para a realização, em abril de 2005, da primeira reunião com os representantes das Universidades Parceiras e para a elaboração e implementação da versão inicial do Portal da Rede (http://redpgv.coppe.ufrj.br). Estas duas ações, acrescidas da relevância da temática da Rede e das demandas por conhecimento do setor, foram significativas para incentivar e intensificar as interações entre os diversos grupos de pesquisa, atraindo não só novos pesquisadores sul-americanos como também europeus, todos de reconhecida competência. 

 A Rede foi depois credenciada como um núcleo de excelência através do Edital Pronex pelo CNPq-Faperj (2008-2012) tendo a intenção de integrar os grupos de pesquisa de universidades da América Latina, mais Portugal e Espanha, pelas identidades culturais, e simbolizar o compromisso com outros continentes e com uma abordagem universal. 

Atualmente participam 32 instituições de 9 países (além do Brasil, Argentina, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela), envolvendo mais de 200 pesquisadores. E continuamos contando com o apoio do CNPq, por meio dos dois seguintes projetos de pesquisa:

- Projeto “Bolsas no País - Produtividade em Pesquisa – PQ” referente ao quinquênio de Março de 2019 à Fevereiro de 2024 (306.391/2018-0): “Acessibilidade e Mobilidade Integrados e Orientados à Qualidade de Vida”.

- Projeto “Ed. Universal 28/2018” de Fevereiro de 2019 à Fevereiro de 2022 (407278/2018-4): “Rede PGV: Ambiente Construído com Foco na Mobilidade e na Sustentabilidade Social”. 

A Rede tem como foco os Polos Geradores de Viagens (PGVs) e seus potenciais impactos, procurando gerar e fornecer um conhecimento que possa contribuir para um planejamento do espaço socioeconômico e de seu sistema de transportes mais integrado ao uso do solo, sintonizado com a qualidade de vida-ambiental e compatível com o desenvolvimento urbano-metropolitano sustentável. Esta preocupação se estende e destaca o estudo e o planejamento das condições de acessibilidade derivadas desta articulação entre transporte e uso do solo e a sua relação com a mobilidade sustentável.  Com esse escopo, temos tido possibilidade de incorporar e agregar distintos parceiros públicos e privados, além de diversas Universidades. 

Cabe lembrar que na área de transportes e sua interação com o uso do solo, a transferência de tecnologia e práticas passa por ajustes e adaptações às especificidades locais, tornando-se fundamental consolidar um conhecimento que atenda às necessidades particulares dos países da América Latina que apresentam muitas similaridades. Entretanto, um destaque relativamente pequeno é dado às experiências bem sucedidas que ocorrem nos países desse continente, bem como a sua produção científica. Sabe-se o que é feito nas universidades dos EUA e da Europa, mas muito pouco (se algo) nas universidades dos países vizinhos. 

Nesse sentido, é fundamental não só sistematizar o conhecimento sobre esse assunto, como também propor procedimentos, modelos e parâmetros para análise dos impactos que os PGVs produzem nos sistemas viário e de transportes, condizentes com a realidade das nossas cidades. Como também no planejamento da mobilidade sustentável tendo a acessibilidade um papel fundamental nesse processo. Conhecimento que pode dar suporte técnico na realização dos Planos Diretores, dos Planos de Mobilidade e dos Estudos e Relatórios de Impactos Ambientais e de Vizinhança.

O Portal da Rede (http://redpgv.coppe.ufrj.br) representa um fórum permanente de discussão, de partilha e de socialização do conhecimento produzido pelos pesquisadores, e colabora com outros agentes sociais. A Rede também reforça a vocação interdisciplinar da área de transportes, estimulando a integração entre vários campos de conhecimento: engenharia, urbanismo, geografia, economia, psicologia e linguística, dentre outros. Além de contribuir em incentivar parcerias entre instituições e grupos de pesquisa e o desenvolvimento de projetos coletivos comprometidos com o desenvolvimento da ciência e sintonizados com o interesse público.

 

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